Autoestima saudável não é arrogância — é a capacidade de se reconhecer como alguém que merece respeito e cuidado, incluindo de si mesmo.
Autoestima é a avaliação que fazemos de nós mesmos — nosso senso de valor, competência e adequação. Ela se desenvolve desde a infância, moldada por experiências e mensagens recebidas. Baixa autoestima está ligada a crenças centrais negativas como "não sou suficiente" ou "não mereço".
Esquemas de "defectividade", "abandono" ou "privação emocional" estão na raiz de muitos casos de baixa autoestima. Identificá-los é o primeiro passo para a mudança.
Pesquisas mostram que a autocompaixão — tratar a si mesmo com gentileza — é mais eficaz para o crescimento pessoal do que a autocrítica intensa.
A terapia cria situações onde você experiencia cuidado e validação — corrigindo experiências passadas que formaram crenças negativas sobre si mesmo.
"Todos percebem que sou incompetente" — sem evidências reais para isso.
Ignorar conquistas e focar apenas em falhas como se estas definissem seu valor.
Comparar seu pior com o melhor dos outros — uma equação sempre perdida.
"Sou um fracasso" em vez de "falhei nessa situação" — generalizando para identidade.
A psicoterapia pode ajudar você a compreender a forma como se percebe, os padrões de autocrítica e as experiências que influenciam sua relação consigo mesmo.
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